Desde muito antes de eu engravidar, sempre achei que essa coisa de escolher o nome "certo" era muito importante. Eu até tinha um parâmetro para essa escolha: nada de nomes compostos, nomes complicados, difíceis de escrever, deveriam ser, de preferência, curto e diferente. O bom de tudo isso é que o papai sempre concordou com estes pré-requisitos.
Quando engravidei, os seus possíveis nomes passaram a ser o centro de acaloradas discussões aqui em casa. Seu pai queria Thomaz e eu sempre soltava aquelas piadinhas sem graça que fazem com este nome (um dia a mamãe te conta quais são), além de argumentar que sempre seus coleguinhas de escola iriam fazer.
Eu sugeri: Miguel, Heitor, Talles (chegamos até a cogitar este), Lucas...Nada que agradasse ao seu pai (e na verdade, nem a mim).
Até que um dia, em um dos nossos almoços, o papai disse:
- Que tal Tony? Começa com "T" (esqueci de dizer que este era um critério da cabeça doida do seu pai), é curto e diferente.
Na hora me surgiu um balão de pensamentos: Tony é nome de artista, de galã, de homens bonitos, é original, é raro...como meu filho! Topei!
E foi assim que escolhemos o seu nome. Hoje, quando olho pra você, vejo que tomamos a decisão certa...E num é que você tem mesmo cara de Tony?!